nova ala do MNAC

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 Da colecção na parte nova na Rua Capelo.





Da  exposição temporária no antigo edifício da Rua Serpa Pinto.

Há dias atrás visitei a recém-inaugurada ala/exposição do Museu Nacional de Arte Contemporânea.
Depois de tanta polémica e tanta demissão e manifestação fiquei com curiosidade.
Ocupa uma parte do edifício onde estava instalado o Governo Civil de Lisboa antigamente.
Apanhei uma desilusão. O espaço é mínimo, e a colecção não consegue sequer ocupar o espaço livre (além de outros critérios discutíveis para se poder dizer que se trata de uma colecção, se por acaso existe algum critério sobre o número mínimo de obras dúvido que o tenham aplicado aqui). Não tenho a certeza se gosto do modo como fizeram o restauro. E não tem qualquer ligação às antigas instalações o que é uma estupidez.
Lá saí do edifício, fui até à Rua Serpa Pinto, e a desilusão ainda foi maior quando tentei de novo visitar a exposição permanente e descubro que afinal já não existe!
Como boa cidadã, e lisboeta, dei-me ao trabalho de preencher o questionário electrónico. Fiz questão de deixar registado que estava profundamente desiludida por terem retirado a exposição permanente, e deixei o meu contacto telefónico como pediam. Se for mesmo verdade gostava mesmo muito de receber o telefonemazinho destes senhores. Que raio de gente esta com a mania das modernices e que vai de mudar as coisas mesmo quando elas estão bem e se recomendam!

Estremoz

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Mesmo nas últimas descobrimos que podíamos ir passar o fim-de-semana fora de Lisboa. Sem preocupações logísticas porque os meus "queridos" filhos estavam todos fora fomos à procura de lugar para ficar e de preferência perto da praia. A costa vicentina pareceu-nos boa ideia. Tentámos Vale do Gaio, Herdade do Reguenguinho (ainda não foi desta), Quinta da Teima, etc. e tal, e outros tantos do género, mas estava tudo esgotado. Parece que a famosa da "crise" estava de férias neste último fim-de-semana de Agosto porque tudo ou quase tudo o que fosse alojamento perto da praia estava sem lugar.Resolvemos ir para o interior. Quisemos experimentar a Herdade da Cortesia mas os deuses estavam contra nós. Já com reserva feita e a caminho do hotel telefonam-nos a dizer que infelizmente tinham que cancelar. Acabámos por ficar num sítio que desconhecia completamente e que nunca tinha ouvido falar.
O Pateo do Solares em Estremoz revelou-se um sítio bem agradável. Pequeno, acolhedor, com boa comida, e bom serviço (excepto a recepção de dia que não primava muito pela simpatia, mas o senhor podia estar num dia mau). Apesar dos nossos planos terem falhado em quase tudo passámos dois dias óptimos. Sábado de manhã andámos pela feira de velharias de Estremoz que recomendo fortemente a quem não conheça e goste desta coisas. Por mim teria trazido o carro um bocadinho mais cheio mas uma certa pessoa travou os meus impulsos como de costume. Almoçámos muito bem na Adega do Isaías que já nos tinha sido recomendado. Visitámos as Irmãs Flores onde comprei mais um dos meus bonecos de Estremoz (porque infelizmente a D Maria Luisa da Conceição onde comprei os primeiros bonecos faleceu este ano). A temperatura rondava mais ou menos os 38ºC por isso tirando o tempo que passámos junto da piscina passeámos de carro e raramente nos atrevemos a sair porque o calor sufocava. Mas mesmo assim valeu a pena porque estradas desertas e a paisagem de Agosto do Alentejo a perder de vista também faz o nosso género. Numa das paragens deste passeio sem destino encontrámos o Convento de São Paulo no Redondo que também deve valer a pena experimentar um destes dias.
Só para terminar, as duas corujas (mais uma das minhas pancadas a juntar às outras) com olhar "assustador" :) que aparecem na última fotografia foram a nossa aquisição da praxe na feira de velharias. Estas figurinhas anos 70 podem ser um bocadinho kitsh (vá!) mas eu que já tenho cinco do género cá em casa não podia deixar estas para trás. Fraquezas, eu sei, mas é assim!
E por hoje é tudo!


cupcakes

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Experiências culinárias da Marta. Hoje cheguei a casa, entrei na cozinha e encontrei estes bolinhos acabados de fazer. Parecem bolinhos de brincadeira de meninas. Provei um dos cor-de-rosa e estava delicioso.
Não podia deixar de os registar hoje porque amanhã desaparecem. Vão servir de presente de despedida para um amigo muito especial da Marta que vai estudar fora de Portugal. Novas etapas que se iniciam ...

século XIX em São Brás de Alportel

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Num destes últimos fins-de-semana tivemos que voltar ao Algarve.
Demos um saltinho até São Brás de Alportel. Soube que havia uma exposição sobre o traje e costumes desta zona algarvia no século XIX e para fazer algo diferente a seguir à praia resolvemos ir à procura do museu do traje cuja existência desconhecia completamente.
A exposição em si era pequena e não tinha muitos elementos.
Valeu a pena a visita para ver a antiga casa senhorial que é muito bonita e o pequeno jardim que também é agradável. Tive pena de ver o tear quase destruído que estava no alpendre, mas a zona onde guardam as carruagens antigas também dedicada ao ciclo da cortiça é interessante de visitar.
Não havia luz suficiente para tirar boas fotografias por isso fica o que conseguimos registar melhor.


perfect is so boring

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Yes it is my dear Marta! So, so, so boring, indeed! :)
Podias ser filósofa, mas não és. Depois de várias tentativas com a minha filha a observar-me eis que me lança estas palavras.
"Touché!" Acertaste em cheio! Senti imediatamente o "toque" e acho que esta foi a última fotografia que tirei.
Resta-me agradecer-lhe por não me desiludir, por me conhecer se calhar demasiado bem, ou por ser tão parecida comigo por vezes, e definitivamente, por estes 18 anos a pôr-me no meu devido lugar.
Sem dúvida que sim Marta! Tens toda a razão minha querida! Sabes bem como gosto de pisar o risco quando começo a ver muitas coisas muito certinhas, e bonitinhas, e todas arranjadinhas. Por vezes a perfeição pode ser tããããããão aborrecida! Por vários motivos que dariam pano p'ra mangas, mas neste caso principalmente porque nos torna obsessivos a ponto de não me deixar apreciar devidamente a tua companhia num final de tarde fantástico junto ao rio em Tavira :)
Desculpa, se já estavas farta :) Adoro-te! :)

mariquices

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Terminou o filme que estava a dar na televisão e deixei-me ficar aqui sentada a observar as sombras em final de tarde. O calor abafado e húmido que costuma anunciar tempestade mantem-se. Algures por aí ouço as vozes dos meus filhos numa das suas eternas discussões de adolescentes.
Passamos aqui as nossas férias de Verão desde há muito tempo e mais uma vez chegou o momento de voltar para Lisboa ... Ano após ano é inevitável que não me venham as mesmas saudades assim que tenho que me vir embora.
Já sei que de vez em quando me puxa para o sentimento e até pode parecer uma patetice a quem me conheça, mas precisei de guardar esta imagem desta casa que guarda histórias, sons, e memórias de tempos nossos sempre tão felizes 
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em modo costuras no Verão

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Já tinha este livro japonês comprado na Retrosaria há bastante tempo.
Tem moldes muito simples e rápidos de fazer. Seleccionei vários modelos que gostei e num dia de Verão de pouco calor e sem sol apeteceu-me fazer um deles, o que está na terceira fotografia. Utilizei um dos útimos tecidos que comprei na Ouro Têxteis da Av de Roma nos últimos dias antes de fechar definitivamente. O padrão é um pouco convencional e não lembra propriamente o Verão, mas calhou ser um dos que enfiei à pressa no saco em Lisboa antes de vir para a última parte destas nossas férias grandes.
Encurtei bastante o comprimento das mangas, aumentei ligeiramente o diâmetro da parte de baixo, e em vez de túnica ficou um vestido pelo joelho.  
Roupas simples. Com umas sandálias castanhas que tenho em casa vai lindamente e é bem fresco.

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